Mesmo com derrota por 2 a 1 para o São Paulo no Morumbis, o Athletico-PR conseguiu se manter na disputa por uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil.
Com um time alternativo em campo, o Furacão teve dificuldades para se encaixar, mas reagiu no segundo tempo e volta para Curitiba com desvantagem mínima.
Time reserva sente o jogo e cede domínio ao São Paulo
Com apenas quatro titulares entre os 11 iniciais, o técnico Odair Hellmann optou por preservar o elenco de olho na disputa da Série B.
A decisão impactou diretamente no entrosamento: o time demorou a se encontrar e foi amplamente dominado pelo São Paulo na primeira etapa.
O meio-campo tricolor teve liberdade para articular jogadas, e o primeiro gol saiu justamente de uma finalização de Pablo Maia, que teve espaço de sobra para arriscar de fora da área.
O Athletico teve um lampejo com Alan Kardec, que levou perigo de cabeça, mas criou pouco até o intervalo.
Reação no segundo tempo traz alento
No retorno do vestiário, Odair promoveu as entradas de Zapelli e Viveros, que deram mais ritmo e agressividade ao time.
A equipe conseguiu conter o ímpeto do São Paulo, mas ainda encontrava dificuldades na criação.
O segundo gol tricolor, marcado por Ferreira, após jogada individual de Rodriguinho, parecia complicar de vez o cenário.
Mas o Furacão reagiu. Zapelli encontrou Benavídez, que cruzou rasteiro para Viveros completar para o gol — terceiro do atacante em dois jogos.
O gol fora de casa trouxe fôlego e manteve a equipe viva no confronto.
Volta na Arena promete clima decisivo
A desvantagem de um gol não é irreversível. O Athletico precisa vencer por um gol de diferença na Arena da Baixada, na próxima quarta-feira (07), às 19h30, para levar a decisão aos pênaltis.
Vitória por dois ou mais gols garante a classificação direta.
Apesar do resultado negativo e do jejum de cinco partidas sem vencer segundo dados da Livescore, o Furacão conseguiu equilibrar a partida e evitar um placar mais elástico.
A escolha por um time alternativo não comprometeu totalmente o projeto na Copa do Brasil — e o jogo da volta será decisivo para medir o real poder de reação da equipe.
